Em contratos, boletos, cheques ou autorizações de crédito, basta uma assinatura que não bate para a discussão começar. Quando o assunto fica só no “parece falsificada”, a defesa perde tempo e dinheiro. O que funciona é trazer a perícia grafotécnica logo no início, para sair da impressão e trabalhar com evidência.
O primeiro passo é comparar a assinatura questionada com padrões do mesmo período, coletados do jeito certo. Depois deve-se olhar o traço com lupa, ritmo, pressão, ligações, quebras, e, se o documento é digital, verificar qualidade da imagem, possíveis montagens em PDF e edições por camadas. Juntam-se ainda os registros da contratação eletrônica, como logs e metadados, para reconstruir o contexto.
Os tropeços que encarecem a defesa aparecem quando se aceita cópia ruim como base, se usa padrão antigo ou fora de contexto e se formulam perguntas genéricas que deixam margem para interpretações. A JW Perícia e Consultoria organiza a prova desde a largada, orienta a coleta de padrões, define o plano de exames e entrega um parecer objetivo, com método, limites e conclusões claras para o jurídico e para a diretoria.
Para as bancas que defendem instituições financeiras, isso significa discutir autenticidade com segurança e previsibilidade em carteiras de consignado, cartões, renegociações digitais e abertura de conta. Se esse é o seu cenário, fale com a nossa equipe.
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