Para bancos e cooperativas, o contencioso é muitas vezes visto apenas como um centro de custo. O problema é que, na prática, ele mexe diretamente com o resultado, com os indicadores de risco e, claro, com a relação com o cliente.
Ações revisionais, fraudes em PIX e boletos, execuções de cobrança, tudo isso consome tempo, orçamento e foco de várias áreas ao mesmo tempo. A perícia deixa de ser só um detalhe técnico no meio do processo e vira uma ferramenta para enxergar o que realmente está acontecendo nas carteiras. Com essa clareza, fica mais fácil decidir se vale a pena sustentar a tese, se é melhor negociar ou se é preciso ajustar o próprio produto.
Quando o jurídico traz a perícia para perto desde o início, o trabalho técnico começa antes mesmo da nomeação de um perito judicial. Analisar grupos de processos, revisar contratos e simular cenários de perda ou ganho ajuda a estruturar o contencioso de um jeito mais inteligente.
Em vez de tratar cada caso como único, a equipe ganha um panorama das repetições. Quais produtos dão mais problema? Que tipo de alegação se repete? Onde a documentação é mais fraca? Um bom assistente técnico, que entende operação bancária, faz essa leitura profunda, mas sem perder o ritmo das áreas comerciais, de risco e cobrança.
Na prática, essa parceria faz diferença nos detalhes. Um assistente técnico que “fala a língua” do banco (contratos, tarifas, normas do Bacen) ajuda o jurídico a fazer as perguntas certas, a montar a defesa e a entender os laudos da outra parte. Esse trabalho envolve confrontar cálculos errados, explicar os critérios do banco de forma clara e, o mais importante, mostrar o impacto financeiro de cada interpretação.
O resultado é que o laudo pericial deixa de ser um documento técnico indecifrável e vira um material de trabalho para o jurídico, a controladoria e a diretoria tomarem decisões com segurança.
Dessa forma, quando a perícia é tratada como fonte de inteligência, e não só como uma etapa obrigatória do processo, o contencioso sobe de nível. Os dados das análises técnicas viram indicadores de gestão e é possível medir o tempo médio de cada ação, o custo por processo, o impacto nas provisões e até identificar padrões de fraudes.
Essas informações alimentam discussões de orçamento, melhoram a política de acordos e ajudam a redesenhar produtos. O processo judicial, enfim, começa a conversar com a estratégia da instituição. É exatamente nesse ponto de encontro que a JW Perícia e Consultoria atua. Nossa equipe não se dedica apenas a produzir laudos robustos. Nosso trabalho é traduzir o “tecniquês”, os cálculos, as hipóteses e os cenários, para quem realmente toma a decisão: o gestor da carteira, o responsável pelas provisões e a alta gestão.
Nós olhamos o processo com uma visão 360° (contábil, financeira e regulatória), mas sempre entendendo como aquela disputa se relaciona com o produto, com a jornada do cliente e com a estratégia do banco. Ao caminhar lado a lado com os departamentos jurídicos, a JW ajuda a transformar a prova técnica em um verdadeiro instrumento de gestão. O objetivo é ter mais clareza sobre os riscos, fazer escolhas mais conscientes entre litigar ou acordar, e ter um contencioso que joga a favor do negócio.
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